Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

... de jamais!

 

 

 

Jamais Je Ne T'Ai Dit Que Je T'Aimerai Toujours

 

Jamais te disse que te amaria pra sempre, ó mon amour.

Jamais você me prometeu adorar-me por toda a vida.

Jamais fizemos tais juramentos - conhecendo a mim, conhecendo a você.

Jamais pensamos, pegos pelo amor, que seríamos tão incompatíveis.

 

No entanto, no entanto, docemente, sem que nada seja dito

Petit à petit

Os sentimentos invadiam nossos corpos, que gostavam de se envolver

e depois das palavras de amor que saiam de nossos lábios nus

Petit à petit

Tais palavras de amor se envolviam docemente em nossos beijos

Quantas palavras de amor?

 

Jamais eu pensei que você me agradaria pra sempre, ó mon amour.

Jamais pensamos que poderíamos viver juntos sem que nos cansássemos

Nós acordamos todas as manhãs, surpresos de estarmos bem

Na mesma cama

Não desejando mais nada, a não ser o prazer cotidiano de estarmos juntos

Assim.

 

No entanto, no entanto, docemente, sem que nada seja dito

Petit à petit, sentimos que nos atamos

Sem preocupação, sem pensar.

À tout jamais!, os sentimentos mais fortes e violentos

Que todas as palavras de amor conhecem

E desconhecem

Os sentimentos tão loucos e violentos

Sentimentos aqueles que nunca sequer imaginamos antes.

 

Jamais, não me diga, jamais!, que me amará pra sempre, ó mon amour.

Jamais me prometa adorar-me por toda a vida.

Não troquemos, sobretudo, tais juramentos, conhecendo a mim e conhecendo a você.

Manteremos o sentimento que nosso amor, au jour le jour,

que o nosso amor é um amor a curto prazo (sans lendemain*).

 

 

Cena de Pierrot Le Fou (1965), Jean-Luc Godard.
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por Dani Takase às 04:04
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Domingo, 12 de Dezembro de 2010

... da cegueira da visão.

O Início.

Voava. Voava rápido sem sequer sentir o vento, afinal o vento o era. E como vento soprou em todos as direções. Cessou de flutuar e caiu, caiu naturalmente como pedra que cai. Cai e chega enfim ao chão. E acordou. Acordou e sonhara.

Logo que acordou, sentiu-se incompleto. Sentiu-se em parte vazio, em parte cheio demais.

O Meio.

Como se lhe faltasse algum componente; fosse  terra, fogo, água ou ar. A terra já era pó, o fogo já queimava, a água já secava e o ar já lhe faltava. E quase morto sentiu-se vivo, mui vivo, intensamente.

Da mais fúnebre escuridão é que a menor faísca torna-se raio de luz. E é em meio da mais ardorosa luz é que uma sombra pode vir a tomar forma. Antíteses que coexistem; sozinhas, subsistem. Dependências irônicas. Palavras vazias de nada valem. E o tudo. E o nada. A parte pelo todo, essa independe. Compreende? Talvez você não entenda.

Gramaticalmente a conjugação do verbo ser, para que faça sentido, pede por um complemento. A gramática exalando a complexidade do ser. A gramática conspirando com a essência do eu. Eu sou.

E o Fim.

Viver de perguntas é viver tentando o saber. Respostas sacrificam a entonação e o ponto de interrogação. E a fé questiona respondendo; responde questionando. Mas não deixa espaço para dúvida. Irracional. Mas entre dúvida e certeza: eu sou.

Eu fui.

Eu vou.

E dormiu... sonhou...

 

no momento: eu sou, eu fui, eu vou.
aos ouvidos: Raul Seixas - Gita

por Dani Takase às 23:35
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

... de um viés.

Sonambucriei isto e meu inconsciente, mesmo agora repousando, ainda soberano, exige que eu escreva do jeito que foi pensado: em inglês e baseado em Viés - Vivendo do Ócio.

 

Runnaway from a bias.

 

Sitting under the trees, a fresh air, a white and delicate bench. She was simply writting, simply feeling the wind that waved her hair as it waved the tree's leaves. The wind sudden went wilder and stoled the last flower from a almost-golden-tree. And the flower was in a falling-not-falling, lying lightly and seemed to fall asleep on her lap.

Stop, think, feel, look, see and watch. ♫

Her eyes were in a smile-crying - while one tear falls down the sunbeam hits it and a million-part-of-second-duration-rainbow was alive.

You're as beautiful as you're sagacious, you're gonna understand what I'm saying, you're gonna understand that it's not one of this soap opera's passion. ♪

It doesn't matter if lots of people - the holding-hands ones, the playing-frisbe-with-the-dog ones, the bff's-having-picnic ones, the eldery-couple-walking-around-the-lake ones, the giving-squirrels-food ones, the kids-running-and-playing-hide-and-seek. - were together and her was there alone. She had the flower and the sunbeams, a pen and a notebook. And a endless feeling.

You're my villain, my vital addiction and I necessitate you.

Que tal um Google Tradutor para que vocês entendam. Eu poderia traduzir, isso saiu de minha cabeça, mas acho a perspectiva do Google mais interessante.

Fogem de um viés. (A começar pelo título errôneo, seria 'em fuga de um viés.')


Sentar-se sob as árvores, um ar fresco, um banco branco e delicado. Ela estava simplesmente escrevendo, simplesmente sentir o vento que agitava o cabelo como ele acenou folhas da árvore. O vento repentino foi selvagem e roubou a última flor de uma quase-árvore de ouro. E a flor era de uma queda não-queda, levemente deitada e parecia adormecer no colo. (O que seria uma quase-árvore? O Google foi mais complexo que eu.)

Parar, pensar, sentir, olhar, ver e ouvir. (Até onde eu sabia não tinha colocado no infinitivo, mas sim no imperativo. Alguém enxerga algum 'to'? E desde quando 'watch' é 'ouvir'?)

Seus olhos estavam chorando num sorriso -, enquanto uma lágrima cai o raio de sol bate e um milhão de partes de segundo de duração do arco-íris estava vivo. (Me surpreendi, captou a ideia, mas não a escrita. Na verdade não fui tão direta e exata.)

Você é tão bonita como você está sagaz, você vai entender o que estou dizendo, você vai entender que não é uma paixão esta novela. (Google fail total no to be or not to be, that's the question. Ser e estar é um grande problema, isn't it uncle Google? E esta novela? Que novela? Apóstrofo + s de posse! não contração de is.)

Não importa se um monte de gente - as mãos segurando-a Frisbe jogar-com-as-cão, os bff's-conta piquenique, o casal idosas-os-pé-around-the-Lake, os esquilos dando-alimentar, as crianças, correndo-e-jogo-esconde-esconde. - Estavam juntos e ela estava lá sozinha. Ela tinha a flor e os raios de sol, uma caneta e um caderno. E um sentimento sem fim. (Ok, esse parágrafo eu perdoo. Meus hífens são complicados até pra mim.)

Você é meu bandido, meu vício vital e eu exigir de você. ♫ (És a minha vilã, o meu vício vital e eu necessito de você.)

no momento: a villain.
aos ouvidos: Viés - Vivendo do Ócio

por Dani Takase às 22:20
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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010

... de Epitáfio.

Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. Era um pouco tarde demais. Havia acordado atrasado para o trabalho. Tinha duas alternativas – escapar o banho ou do café da manhã. Optar por qualquer uma dessas alternativas prejudicaria no desenvolver do seu dia, afinal ficaria sonolento na não-execução de qualquer uma dessas opções. Fazer malfeitas ambas as coisas também era uma opção. Um banho de três minutos, um café mal passado. Sono.

 

Devia ter arriscado mais e até errado mais, ter feito o que eu queria fazer. Sua carreira profissional era de um prosperar desapontante. Exigia-se muito. Sentia-se esgotado, incompleto. O salário não era lá tão ruim, mas a vida por sua vez – medíocre. Recebia ordens, executava – era simples assim no começo, um capacho. Quando passou a ordenar é que ficou interessante. Estourou a primeira champagne cara que pôde comprar. Era de um amarelo rosado, uma espuma macia e adocicada. A garrafa guardara de adorno como símbolo de toda sua vitória, suas conquistas.

 

Queria ter aceitado as pessoas elas são. Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração. Com os privilégios vieram as cobranças. Maior carga horária, mais dedicação. Quando percebeu era escravo de seu ganha pão. Mas ele crescera – o pobre garotinho de escola pública que se dividia em engraxar sapatos e estudar, passou no vestibular com louvor, se dedicou, merecia o lugar que ocupava numa empresa de sucesso.

 

O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído. Pegou a pasta e a agenda. Somado a seus óculos e celular estavam as coisas essenciais para sua rotina capitalista. Passou de ao menos três sinais vermelhos, mas teve de parar num cruzamento. E em outro. E em outro. Era muito trânsito. Essa vida metropolitana, tipicamente exaustiva. Exausto.

 

Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. Se não tivesse pego aquele atalho? Tentou cortar a cidade ao meio e acabou ficando preso numa ruazinha de bairro. Não foi só ele que teve a grande ideia. Outros cinco quarteirões em carros tiveram a mesma ideia de um possível rápido acesso à avenida, resultando numa sinfonia de palavrões e buzinas. Mas em meio a uma multidão, a janela aberta para o ar fresco de um dia de calor. Em meio a 15 minutos e outros ia assinando papeis cá, uns rascunhos acolá. Algumas ligações e algo prendeu-lhe a atenção no carro ao lado.

 

Devia ter me importado menos com problemas pequenos, ter morrido de amor. Uma morena. Não era pela jovialidade ou beleza que ela prendia sua atenção. Eram os traços de mulher que possuia. Era ela, um velho amor de faculdade, tempos remotos. Uns anos a mais, uns pés de galhinha, quilos que só a tornavam mais feminina e forte. Força, isso que ela aspirava. Agora ela se voltava ao banco de trás e era um bebê? Sim, seu filho, presumia. Média idade, transformara ela numa mulher – tudo levava a crer, carro, roupas... – bem sucedida e bela, e forte. Ele? Um empresário rico e amargo. Ela, feições vívidas, doces. Ele, feições rudes, ásperas. Ande, o sinal abriu – seu inconsciente ou a buzina do carro de trás que o alertava? Apenas deu a partida. Troca a marcha, pisa suavemente no acelerador, parte, para.

 

Queria ter aceitado a vida como ela é. A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier. Foi esse reencontro que lhe causou coragem? Rascunhara um papel. Palavras trêmulas. Arrependimentos de toda uma vida. Sua decisão foi intensa, árdua e repentina. Sua reação de independência, liberdade, sossego. Demissão – pensou e assinou uma carta. Quase um bilhete de tão direto e seco. Poucas palavras determinavam o resto de sua vida.

 

O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído. Sobe as escadas da portaria do imenso prédio. O bilhete seria entregue a uma secretária qualquer do 11º andar. Enquanto o elevador subia com o painel piscando não só no número 11, mas em outros ímpares e pares. Pessoas adentravam, e ele sonhava. Pensava nos crepúsculos que veria de uma casa de praia, se sustentaria com um emprego qualquer, meio período, salário mínimo – talvez nem precisassem, talvez suas economias de uma vida fossem o suficiente: uma viagem que nunca aconteceu, as férias que nunca foram tiradas. Tudo isso e todos os sorrisos poupados durante quase trinta anos de uma riqueza não-consoladora. Já sentia a brisa do mar, o abraço da amada, o carinho do filho, a brincadeira a beira-mar com o cachorro que o filho batizaria, um sol refletido num mar que seria um espelho... Sai do elevador. Acabara a luz? Tudo se acende repentinamente, pessoas festejando e fazendo barulho. Cumprimentos, meu velho, chegara onde jamais nenhum estagiário chegara nesta empresa – era o que saia da boca de muitos de seus colegas. Coloca a mão no bolso, um sorriso sem graça, aperta um guardanapo com uns rabiscos, rabiscos que decidiriam sua vida. Falta-lhe coragem. O guardanapo se perde em meio a uns copos de cerveja, uns pratinhos de bolo, no fundo do lixo.

 

Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr.

aos ouvidos: Epitáfio - Titãs

por Dani Takase às 23:26
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Segunda-feira, 31 de Maio de 2010

... de tudo que possa fugir do meu controle.

Literalmente não é para romances que havia nascido. Toda e qualquer palavra que escrevia na pretenção de uma narrativa amorosa, uma carta, uma poesia, um cartão, uma canção, uma demonstração mais concreta que seja, era frustrada. Não por falta de tentativa.

Quando criança, metida a poeta, rimava "flor" com "amor" e "risadas" com "mãos dadas", mas por que agora falar de amor era tão frustrante? Talvez a percepção de um cenário contemporâneo onde o amor é banal e mundano a frustrava. Discursos clichês, juras em falso, declarações pré-determinadas num manual de instruções que não se vende em livraria, mas está disponível para download na internet.

Essa metodologia de amor pós-moderno a amargurava e a deixava desacreditada. Perguntar para o rádio o que é amor, não é mais uma alternativa como antigamente. Não são grandes clássicos, são diálogos engraçados.

... Não vale nada, mas eu gosto de você... tzzzz... com outro alguém do seu lado... tzzzzz... aleluia irmãos!... tzzzz... eu sou uma bela vadia, neném, eu quero seu romance ruim... tzzzz...

E depois de todas as frequências, de provar todas as melodias, concluiu que não era com contratos comerciais que ia se identificar. Talvez procurando mais profundamente, algo que a completasse.

Procurou definir o mundo como uma história narrada pelo amor. O pôr-do-sol seria um momento inacabável. Todo um gradiente de cores, azuis que se tornariam rosados, laranjas, amarelos, roxos, azuis, laranjas, azuis, laranjas, azuis. E então viria a lua. E o que seria a lua? Seria um absurdo não ser a lua mais redonda e brilhante e  estonteantemente gigante. Para não falar das estrelas que formariam um liga-pontos sem fim diante dum fundo tão negro que seria comparado aos olhos de alguém. O nascer-do-sol não faria por menos, afinal surgiria do meio das montanhas e acordaria lentamente os olhos que repousam. Mas não citou personagens. Só descrevia a paisagem. No fundo era o que mais importava. Os personagens eram sempre relativos e surreais que o amor não se importava. O narrador já poderia ter cada história de cór, mas não deveria revelar os segredos de ninguém.

E ela não acreditava que o amor fosse narrar sua história tão cedo. E nem se preocupava. E nem se importava.

Num mundo que ela inventava, o amor narrava; o cenário, impecável; o enredo, um mistério; os personagens, indiferentes. Mas e o tempo? A eternidade.

aos ouvidos: Los Bife & Vivendo do Ócio & PATD.

por Dani Takase às 02:32
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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

... de falsas melodias.

Só pra constar: um instrumento não faz música sozinho. O som trêmulo e aparentemente desafinado de um violoncelo abandonado, não tão sozinho não é mais trêmulo e desafinado. Uma flauta que ecoa tilintante e irritante em meio a vozes, sintonias, melodias, notas, sóis, lás, sís, dós...

Lá, lá, lá.

no momento: one and lonely.
aos ouvidos: Nothern Downpour - PATD
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por Dani Takase às 01:40
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Solidão, frio e números

 

Uma de suas combinações favoritas. Por mais que soubesse que não estava sozinha, era como se estivesse. Um cachecol, 12:12.

 Absurdo era o tremer de dentes e os cristais d'água deformando sua imagem para os que a viam de fora. Se carbono é diamante, areia é pérola, nada mais digno para as gotas da chuva que batizá-las de cristais.

 Estava tudo encharcado e gélido, mas por mais que se esforçasse, não tinha como negar - amava aquele frio, aquele chover ou quase-chover.

Ver tudo tão vazio e triste era um tanto quanto mórbido, talvez como um funeral sem corpo. E ela não imagina no que ela mesmo constantemente se transformava. Não fazia ideia. Um desenho deformado na janela, um coração distorcido, uma estrofe, um verso, uma paixão subliminar. Uma arte pós-moderna. Pouco se sabe.

O caminho é sempre o mesmo, mas há sempre um novo significado. Um semáforo que enrubresse no lugar errado, um guarda-chuva que se abre, um outdoor desmoronando. Para cada gesto um significado, cada nuvem, cada expressão...

O erradio relógio marca 4:30, como se o erro fosse fatal, o que significaria? Um-seis-cinco, gritava o prédio rabiscado. Mas 360º foi o tempo que levou pra contornar todas as nuvens. Uma volta: no tempo? no espaço? Quem sabe. Nas nuvens.

Agora vinha o sol e desmanchava tudo. As letras não eram mais rabiscos, os números não eram mais absurdos e tudo estava dourado no céu.

 


 

Andei fugindo daqui. Fugindo demais.

aos ouvidos: Viés - VDO & When The Day Met The Night - PATD

por Dani Takase às 02:16
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últimas fugas

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Solidão, frio e números

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